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07/05/2009

Transportes: Ouro e Prata investe em tecnologia e no conforto

Empresas

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As empresas de ônibus não estão perdendo tempo na corrida por passageiros. Enquanto as companhias aéreas lançam campanhas promocionais com megadescontos e anunciam abertamente a intenção de abocanhar parte dos usuários do transporte rodoviário de passageiros, os empresários do transporte coletivo rodoviário contra-atacam.

Para enfrentar a concorrência e minimizar os impactos da crise financeira mundial, eles estão investindo pesado em tecnologia, na qualificação da mão-de-obra e em melhorias que abrangem desde a sofisticação da frota até a infraestrutura e os serviços de bordo disponibilizados aos passageiros.

Uma das táticas da Ouro e Prata para atrair passageiros é o investimento em tecnologia. De acordo com o gerente comercial da da transportadora, Jorge Stein, o segmento intermunicipal tem se mantido estável pelo fato de as concessionárias já serem antigas e consolidadas no Estado. Entretanto, explica Stein, as empresas têm registrado reduções no número de passageiros nos últimos anos "devido ao aumento dos veículos de passeio em circulação, que roubam uma parcela importante de usuários de ônibus".

Para mudar este panorama e atrair os usuários do transporte individual para o coletivo, a Ouro e Prata vem investindo em tecnologia para facilitar o pagamento e a aquisição das passagens. Através de parcerias, está dando apoio às agências rodoviárias que operam com a empresa a implantarem sistemas eletrônicos para pagamento dos bilhetes de embarque com cartão de crédito. O objetivo é facilitar a venda e poder oferecer passagens com condições de parcelamento que podem ser de até seis parcelas.

A Ouro e Prata também está disponibilizando a venda dos bilhetes pela internet. Hoje 50 agências rodoviárias já estão habilitadas no Estado para comercializar pela web. Outro diferencial são as salas vips, montadas pela empresa para oferecer um atendimento personalizado aos seus clientes. No Interior, as cidades que já possuem estas estruturas são Santa Rosa, Santo Ângelo, Ijuí, Bagé, Carazinho, Soledade e Santa Maria. "Estas estruturas vão funcionar como um ponto de referência da empresa na rodoviária", destaca Stein.

Em Porto Alegre, em função da quantidade de horários de partida e chegada de ônibus, a estrutura é diferente. Além de mais ampla, o ambiente é  climatizado e a sala possui som ambiental, segurança, televisão, café e água mineral, internet e wireless e o apoio de uma equipe treinada para prestar informações.

Com a iniciativa, a Ouro e Prata pretende transformar os momentos de espera em oportunidades para que os passageiros encaminhem seus  assuntos pessoais.

Para possibilitar que os passageiros também possam aproveitar melhor o tempo de viagem, os novos ônibus comprados pela Ouro e Prata estão equipados com rede wireless e energia para carregar celular e notebooks. O tempo de treinamento dos motoristas é outro diferencial importante da empresa. Em 2008 a empresa investiu 2.789 horas no treinamento de 309 motoristas, afirma Stein.

Empresários acreditam que podem vencer a crise e voltar a crescer neste ano

Diariamente, uma média de 300 mil passageiros são transportados em linhas interestaduais de todo o País, segundo os dados da Associação Brasileira das Empresas de Transportes (Abrati). Esses passageiros utilizam as 258 empresas de ônibus em atividade entre os estados, conforme a Associação Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O setor se caracteriza por uma acentuada desconcentração do sistema, que é desempenhado por inúmeras empresas de pequeno e médio portes e apenas algumas de grande porte, distribuídas de forma homogênea pelo País. Além disso, explica o superintendente da Abrati, José Luiz Santolin, o sistema de transporte interestadual e internacional de passageiros opera sem recorrer a subsídios do governo.

Mas, destaca que não é só a crise financeira e a concorrência das empresas aéreas nos percursos de longo curso que vêm afetando o sistema de transporte coletivo interestadual. "Os investimentos estão parados em função da insegurança jurídica que ronda o setor. O governo está querendo mudar o sistema de concessão das linhas para leilão. Isso é um problema, pois de repente a empresa perde a linha e desestrutura todo o setor", reclama Santolin.

No Estado, a movimentação entre as cidades é realizada por 290 empresas de ônibus intermunicipais que transportam uma média de 150 mil passageiros por dia, de acordo com levantamento da Associação Rio-grandense de Transporte Intermunicipal (RTI).

O superintendente da RTI, Jefferson Lara afirma que a crise global acertou em cheio o setor de transporte intermunicipal. Tomando como amostra a movimentação da rodoviária de Porto Alegre, que responde por 10% do sistema, a queda no número de passageiros chegou a 3,2% no primeiro trimestre deste ano no comparativo com o mesmo período do ano passado. "A redução foi motivada pela crise financeira que causou a retração dos investimentos, e por conseqüência, a redução nas viagens de férias das famílias. Assim como também provocou a queda nos deslocamentos dos empresários para garantir o corte de gastos", destaca Lara.

O aumento na quantidade de automóveis, que chegou a 22% nos três primeiros meses deste ano em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, devido às reduções de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) concedidas pelo governo, foi outro fator importante para agravar a redução de passageiros. "A concessão de redução de IPI é uma política pública. Acho que o estado deveria desenvolver este tipo de política para estimular o transporte coletivo e não o individual.

Poderia ser através da redução de IPI na compra dos chassis de ônibus, ou do pagamento da Cide, por exemplo. Esses descontos poderiam ser repassados para a população", revela.
Vários itens fazem parte da composição da tarifa cobrada pelas empresas de ônibus: gastos com a operação, manutenção, administração, pessoal, concessão de benefícios sociais, depreciação, remuneração de capital, pagamento de impostos e as gratuidades de passagens.

O que mais pesa no preço final das passagens, segundo os empresários, tanto no transporte interestadual quanto no intermunicipal, são os gastos com a folha de pagamento da mão-de-obra contratada pelo setor. O custo com pessoal corresponde a cerca de 35% do total da composição tarifária. Em segundo lugar estão os valores pagos pelos combustíveis.

A Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs) realizou uma pesquisa com os usuários do transporte rodoviário coletivo que indica que o item de maior importância para os passageiros de ônibus é a segurança. "É por isso que as empresas investem tanto na mão-de-obra. Em 2008, as empresas de ônibus intermunicipais gastaram mais de R$ 51 milhões no treinamento da tripulação e na manutenção preventiva da frota", conta Lara.

A política de isenção das tarifas também deveria ser repensada, destaca o superintendente da RTI, pois o passageiro que paga passagem é quem está arcando com os custos de quem viaja de graça. Para o presidente da Abrati, a desoneração tributária poderia contribuir para a redução do valor da passagem de ônibus. "O passageiro paga um valor de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que pode chegar a 20% do valor da tarifa. Quem viaja de avião não paga este imposto", afirma Santolin. Mesmo vivenciando um cenário de retração, o setor acredita que vai voltar a crescer ainda neste ano. E, diferente de outros setores está mantendo os empregos. As projeções para o segundo semestre é de crescimento de 5%.


Planalto cria um serviço diferenciado e Itapemirim lança pacote promocional

Para a Planalto, que opera 66 linhas intermunicipais e duas interestaduais, a retração na demanda de passageiros de ônibus começou no ano passado e foi acentuada. Não apenas pelo aumento na quantidade de automóveis rodando nas estradas, mas também pela diminuição da mobilidade em decorrência da crise financeira mundial.

A Zona Sul do Estado é um exemplo de região bastante afetada. "As linhas para Rio Grande e regiões de florestamento sofreram grandes reduções de usuários em função da queda dos investimentos no pólo naval e nas empresas de celulose", afirma o supervisor de treinamento da Planalto, Pedro Fabrin. "Mesmo assim, não demitimos ninguém. Estamos otimizando a operação para conseguir ganhos dentro do processo produtivo", explica ele.

Um dos segredos do sucesso da empresa é o investimento no treinamento dos motoristas, que durante a preparação rodam 780 quilômetros com o veículo antes de começar a transportar passageiros. "Além da direção segura, nossos condutores são orientados a serem cordiais, utilizam uniforme. Investimos muito na mão-de-obra, na formação do motorista para que o passageiro se sinta à vontade e tranquilo durante a viagem", conta Fabrin.

Mas, não é só isso. A Planalto prima pelo vanguardismo e não tem medo de apostar em tendências de mercado em primeira mão. "Fomos a primeira empresa a lançar uma linha de ônibus ligando Porto Alegre a Santa Maria, na época em que o trajeto era feito de trem. A viagem de ônibus levava 12 horas e, de trem, era feita em oito horas. Depois enquanto todos usavam motor dianteiro, nós passamos a usar ônibus com motor traseiro", revela Fabrin. Seguindo este padrão de comportamento, a Planalto decidiu adquirir em 2007 onze ônibus "double service". No ano seguinte, foram comprados mais nove veículos do mesmo tipo.

O gerente de escala da Planalto, Elias Pinheiro, explica que nesses veículos as dez primeiras poltronas são diferenciadas das demais. Os assentos são maiores e com mais estágios de reclinação; o ar-condicionado e a luz podem ser direcionados para o passageiro; possuem energia para carregamento de celular e notebook.

Além disso, o passageiro recebe cobertor, travesseiro e água mineral. "A receptividade dos usuários está sendo muito boa. Este tipo de serviço já existia no centro do País, mas em outra versão: em ônibus de dois andares", diz Fabrin.

A Viação Itapemirim resolveu apostar as fichas nas mesmas estratégias utilizadas pelas companhias de aviação para não perder a clientela e para atrair novos passageiros. No início de abril, a empresa lançou um pacote promocional que oferece passagens a R$ 10,00. O gerente de vendas da Itapemirim, Emílio Martins Mendes, explica que este valor vale apenas para três assentos e nas linhas São Paulo-Porto Alegre, Rio- Porto Alegre e Curitiba-Rio.

Além destes bilhetes, a Itapemirim também oferece três passagens com desconto de 15% e outras três com redução de 35% no valor normal, nas mesmas linhas.
Os clientes assíduos também recebem vantagens. A cada dez bilhetes adquiridos da empresa pelo mesmo passageiro que estiver cadastrado no programa de fidelidade da Itapemirim, ele receberá um de graça. Mendes destaca que para qualificar o transporte, a empresa também investiu R$ 50 milhões na compra de 100 novos ônibus que começaram a operar em dezembro do ano passado.

Com uma frota de cerca de 1,2 mil ônibus e um quadro de mais de dois mil motoristas, a Itapemirim movimentou cerca de 3,5 milhões de passageiros no ano passado.

Segundo Mendes, a empresa ainda não se sente impactada pela crise finaceira e prevê um crescimento nos negócios de 3% a 4% acompanhando o PIB mundial. São, contudo, valores inferiores ao percentual registrado no ano passado, de 6,7%.

 

Por Jornal do Comércio / RS - Cad.Logística-Cláudia Borges

 

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