Fale Conosco pelo MSN ou Skype

 28 DE JULHO DE 2015

Email
HOME
Capacitação
Consultoria
PESQUISAS
NOTÍCIAS
Editorial
Destaques
Artigos / Entrevistas
Logística
Trânsito
Multimodalidade
Empresas
Comex - Mundo
Economia
Mercosul / Cone Sul
Tecnologia
Política
Legislação
Eventos e Cursos
Agência Intelog
ASSINE GRÁTIS
TODAS EDIÇÕES
INTELOG WIDGET
INTELOG TICKER
RSS
Entre em Contato
Tornar página inicial
Adicionar aos favoritos
Mapa do Portal
Recomendar
Imprimir esta página
Translate This Page

  Tempo



 

  Ferramentas

Calcule o tempo e as rotas para sua viagem
Show My Street - Passeio virtual pelas ruas do mundo
Flightradar 24 - Tráfego Aéreo em Tempo Real
Dados e Informações de Todos os Países do Mundo - IBGE
Veja a hora em tempo real no mundo todo - TimeTicker.com
Leia jornais de todo o planeta - Newseum.org

  28/07/2015   Tecon Rio Grande aumenta suas exportações em 8,3% - Cabotagem registrou elevação de 10% no primeiro semestre de 2015.     28/07/2015   Guaíba revive temor da Ford com demora da Foton - PGE avalia uso da área como garantia em empréstimo do Bndes.     28/07/2015   Braços cruzados - Quem disse que é preciso esperar o fim do ajuste ou a conclusão da Lava Jato para pensar em retomada?     28/07/2015   Desativação de ponto de ônibus na Glicério afeta 20 linhas em Campinas - Parada na altura do número 1.097 fica suspensa por tempo indeter...     28/07/2015   Estradas de acesso aos perímetros irrigados estão em más condições - Problema acontece nas vias de acesso ao Maria Tereza e Nilo Coelho. ...     28/07/2015   Levantamento aponta que São Paulo tem a gasolina mais barata do país - Rio de Janeiro tem o segundo maior preço, só perde para Manaus. Im...     28/07/2015   PRF interdita trecho da BR-230 após buraco se abrir em viaduto da Paraíba - Trânsito no sentido Cabedelo para João Pessoa foi interditado...     28/07/2015   Prefeitura de Taubaté amplia pontos para fiscalização com radares fixos - Ao todo são quatro novos pontos que receberão rodízio de aparel...     28/07/2015   Após acidentes, Ceturb vai aumentar número de vistorias em ônibus no ES - Alex Mariano disse que veículos vão passar a ter vistorias alea...     28/07/2015   Nível do Sistema Cantareira volta a cair nesta terça-feira - Depois de primeira após um mês, volume do reservatório voltou a baixar. Conj...  
Translate to EnglishTraducir al EspañolÜbersetzung der Deutschen意大利語翻譯Traduit en FrançaisTraduci in Italiano

Clique para ampliar

09/10/2006

PONTOS FORTES E FRACOS DA FASE PÓS-PRIVATIZAÇÃO

Editorial

Translate to EnglishTraducir al EspañolÜbersetzung der Deutschen意大利語翻譯Traduit en FrançaisTraduci in Italiano

Nota

6,98

9 votos

A transferência das ferrovias à iniciativa privada pode ser considerada positiva, mas pontos negativos, como a queda de produtividade dos vagões, não deixam de ser preocupantes.

Neste ano de 2006, completa-se uma década do início do processo de privatização das ferrovias brasileiras. Uma análise em perspectiva permite identificar aspectos positivos e negativos durante este período. Começando pelos aspectos positivos, é possível identificar os seguintes resultados:

1 - Crescimento do volume. Segundo os últimos dados disponíveis, o volume de cargas transportadas pelas ferrovias cresceu 55% desde o início da privatização. E o mais interessante é constatar que as cargas gerais, com 74%, cresceram num ritmo superior ao do minério de ferro, que avançou 47%;

2 - Aumento do faturamento. O faturamento conjunto das empresas ferroviárias saltou de R$ 2,29 bilhões para R$ 7,49 bilhões, um aumento substancial que representa um índice de crescimento de 213% no período;

3 - Aumento dos investimentos. Os investimentos das concessionárias cresceram substancialmente entre 1997 e 2005. Saltaram de R$ 398 milhões no ano em 1997 para R$ 3,1 bilhões em 2005. No acumulado, os investimentos alcançaram R$ 9,5 bilhões;

4 - Resultados financeiros. Embora tenham acumulado prejuízos substanciais nos primeiros anos após as privatizações, nos últimos três anos as empresas ferroviárias vêm revertendo o resultado negativo;

5 - índice de acidentes. É uma das variáveis continuamente controlada pelo órgão regulador, ou seja, a ANTI. O índice foi reduzido em 56%, de 75,5 para 32,9 acidentes/milhão de trem por quilômetro;

6 - Oferta de serviços. Após a privatização, as empresas concessionárias passaram a oferecer uma série de serviços, não disponíveis anteriormente, como a movimentação de contêineres, os trens expressos, e informações sobre a localização das cargas;

Olhando para o lado negativo, destacam-se os seguintes aspectos:

1- A distância média percorrida permaneceu praticamente inalterada, próxima de 545 quilômetros. Este 11 número pode ser considerado baixo, se comparado com o das ferrovias americanas - distância média de 1.300 quilômetros - e indica que não houve crescimento significativo da malha ferroviária, nem acordos entre empresas concessionárias para trabalhar em tráfego mútuo ou direito de passagem ..

2 - A velocidade de percurso, que reflete a qualidade da linha férrea, manteve-se praticamente inalterada, crescendo cerca de 1,7%, ou seja, de 28,6 para 29,1 quilômetros por hora. Estes são números modestos quando se considera que nos Estados Unidos este valor está em torno de 40 quilômetros por hora;

3 - A produtividade dos vagões, ou seja, a quantidade de tonelada/quilômetros transportadas por ano, por cada vagão, se reduziu em 14,9%, o que é um indicador preocupante. Isto parece indicar o início de saturação de certos trechos, conseqüência do aumento do número de vagões e locomotivas nas linhas sem o respectivo investimento em expansão e melhoramento das linhas. De fato, o número de vagões passou de 53.837 para 94.075, o que representa um aumento de 75% no período. Da mesma forma, o número de locomotivas passou de 1.365 para 2.542, ou seja, um crescimento de 86%.

A comparação dos pontos positivos e negativos permite tecer algumas considerações sobre o resultados da privatização após cerca de uma década. Dadas as condições lamentáveis em que se encontravam as ferrovias estatais no Brasil, a decisão de privatizar pode ser considerada como bastante positiva.

O custo da não privatização seria enorme e os indicadores positivos são uma clara prova do que estamos falando. Por outro lado, os pontos negativos, principalmente a queda de produtividade dos vagões, não deixam de ser preocupantes. Ela parece ser o resultado da baixa velocidade de percurso, e distância média percorrida, que continua estabilizada em torno de 540 quilômetros por viagem.

O modelo e o contrato de privatização podem ser parte das explicações para a resistência dos concessionários em investir de forma mais intensiva na expansão e melhoria da qualidade das linhas.

A ANIF vem há anos tentando negociar com o governo federal, e mais especificamente com a Secretaria de Tesouro, uma revisão dos contratos de arrendamento, de tal forma que fosse possível direcionar o pagamento da concessão para os investimentos estruturais nas linhas.

Se tal pleito não tiver sucesso junto às autoridades federais, pode-se prever uma evolução bastante lenta do serviço ferroviário de cargas no Brasil.

* Paulo Fernando Fleury é diretor do Centro de Estudos em logística e professor do Instituto Coppead de Administração da UFRJ

 

Por Valor Econômico

 

Qual a sua avaliação?

0 Comentários - Faça o seu comentário

Voltar

Recomendar   Imprimir

Clique para ampliar

Leia Também

Rotores travados

Nem a faixa alta mostra disposição de consumir

Por que a China assusta

A crise na indústria naval

A revitalização da cabotagem

Tecon Rio Grande aumenta suas exportações em 8,3%

Guaíba revive temor da Ford com demora da Foton

Braços cruzados

Desativação de ponto de ônibus na Glicério afeta 20 linhas em Campinas

Estradas de acesso aos perímetros irrigados estão em más condições

Mais...

 

Este site possui suporte ao formato RSS



Notícias em Tempo Real

   

Federasul

Google
Pesquisa personalizada

       

 Powered by CIS Manager - Desenvolvido por Construtiva

Intelog - Inteligência em Gestão Logística