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01/10/2009

Os Doze Pilares da Competitividade

Editorial

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Nota

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De acordo com o Relatório da Competitividade Global, publicação anual do Fórum Econômico Mundial, a competitividade pode ser definida como o conjunto de instituições, políticas e fatores que determinam o nível de produtividade de um país, o qual, por sua vez, assegura o nível de prosperidade sustentável que pode ser alcançado pela economia.

Desse modo, uma economia mais competitiva, com produtividade elevada, tende a gerar níveis de rendas mais elevados para seus cidadãos, bem como alto retorno para os investimentos, motor fundamental para o crescimento de médio e longo prazo.

A competitividade possui vários e complexos determinantes, muitos dos quais agem em simultâneo e se autorreforçam. Para dar conta dessa complexidade, o Índice de Competitividade Global procura capturar os múltiplos aspectos desse conceito. Esses aspectos, ou componentes, são agrupados no que os autores do relatório denominam os 12 pilares da competitividade:

1º. Instituições. O ambiente institucional sólido, caracterizado por instituições e arcabouço legal e administrativo de qualidade, é essencial para a competitividade e para o crescimento. A qualidade das instituições influencia as decisões de investimento, a organização da produção e desempenha papel central na distribuição pela sociedade dos benefícios e dos custos das estratégias e políticas de desenvolvimento. Além da estrutura jurídica, a qualidade da gestão governamental das finanças públicas e a atitude do governo em relação ao mercado e às liberdades também são críticas para o ambiente empresarial doméstico. Igualmente importante para o processo de criação da riqueza são as instituições privadas, cuja atuação deve se pautar pela ética, boa governança e transparência.

2º. Infraestrutura. Infraestrutura abrangente e eficiente é motor essencial de competitividade, pois é um dos fatores determinantes da localização da atividade econômica e do tipo de setores de atividade que podem se desenvolver em uma economia particular. Uma infraestrutura – de transporte, energia e telecomunicação – bem desenvolvida promove a integração do mercado nacional, garante o funcionamento dos negócios e empresas, reduz o custo da conexão com outros países e/ou regiões e favorece a rápida circulação de informações. A qualidade e abrangência da infraestrutura também têm impacto relevante para o crescimento econômico e para redução da desigualdade de renda e da pobreza.

3º. Estabilidade Macroeconômica. A estabilidade do ambiente macroeconômico é importante para os negócios e para a competitividade de um país. Embora a estabilidade macroeconômica isoladamente não promova elevação da produtividade, a estabilidade é essencial para o crescimento econômico sustentável.

4º. Saúde e Educação Primária. Uma força de trabalho saudável e com nível de educação básica adequado é vital para a produtividade e competitividade de um país. Investimentos na provisão de serviços de saúde e de educação básica de qualidade contribuem para aumentar a eficiência dos trabalhadores, permitindo as empresas moverem para uma produção mais sofisticada e intensiva em valor. Em uma perspectiva de longo prazo é essencial evitar a redução dos recursos governamentais alocados nessas duas importantes áreas.

5º. Educação Superior e Treinamento. Educação superior de qualidade e treinamento contínuo também são cruciais para as economias que avançam na cadeia de valor. No mundo atual de economia globalizada é fundamental que os trabalhadores tenham capacidade de se adaptarem a um ambiente em constante transformação.

6º. Eficiência nos Mercados de Bens. A concorrência saudável, tanto no âmbito doméstico como internacional, é um importante motor para a eficiência dos mercados de bens e serviços e para maior produtividade dos negócios. O ambiente adequado para a oferta e a demanda de bens e serviços requer igualmente liberdade para atividade econômica, com o mínimo de intervenção estatal, de modo a evitar que a concorrência seja afetada pelo peso dos impostos e por regras limitadoras do comércio internacional e de investimento direto estrangeiro. A sofisticação e orientação dos consumidores também podem contribuir para promover a maior eficiência dos mercados ao forçar as empresas a buscar inovação e a atender os consumidores exigentes.

7º. Eficiência do Mercado de Trabalho. A eficiência e a flexibilidade do mercado de trabalho são críticas para assegurar tanto a alocação dos trabalhadores para o melhor uso dos talentos na economia como os incentivos adequados para que esses dêem os seus melhores esforços. Os mercados de trabalho devem ter flexibilidade para permitir transferência de trabalhadores de uma atividade à outra, de forma rápida e com baixo custo, bem como a flutuação dos salários sem rupturas sociais.

8º. Sofisticação do Mercado Financeiro. A crise atual mostrou o papel essencial para atividade econômica de um setor financeiro saudável e em bom funcionamento, com regulamentação apropriada e transparência. Um setor financeiro eficiente canaliza os recursos para os projetos empresariais de investimento de mais alto retorno, mediante uma adequada avaliação de riscos. As economias com mercados financeiros sofisticados disponibilizam recursos ao setor privado tanto sob a forma de empréstimos bancários como de títulos negociáveis, capital de risco e outros produtos financeiros.

9º. Disponibilidade de Tecnologia. A rapidez com que a economia adota tecnologias existentes para elevar a produtividade de suas indústrias é um componente fundamental da competitividade no mundo globalizado. Em particular, pelos seus efeitos de transbordamento para outros setores de atividade econômica e por sua importância para as transações comerciais, o acesso aos produtos e projetos avançados de tecnologia de informação tornou-se crucial para a competitividade das empresas.

10º. Tamanho do Mercado. O tamanho do mercado afeta a produtividade porque mercados maiores permitem que as empresas explorem economias de escala. Na era da globalização, os mercados internacionais tornaram-se substitutos dos mercados domésticos, sobretudo para as economias pequenas. Há vasta evidência empírica de que a abertura comercial favorece o crescimento, em particular em economias com mercados domésticos pequenos.

11º. Sofisticação dos Negócios. Expressa na qualidade das redes de negócios do país e das operações e estratégias das empresas individuais, a sofisticação dos negócios conduz à maior eficiência na produção de bens e serviços, favorecendo o aumento da produtividade e, por consequencia, a competitividade da nação. Quando as empresas e seus fornecedores estão interconectados em áreas geográficas próximas, há aumento da eficiência, criam-se maiores oportunidades para inovação e reduzem-se as barreiras à entrada de novas empresas.

12º. Inovação. Embora seja possível obter ganhar substanciais do aperfeiçoamento das instituições, da construção de infraestrutura, da redução da instabilidade macroeconômica, da melhoria do capital humano, da maior eficiência dos mercados – de bens e serviços, de trabalho e financeiro –, apenas a inovação garante, no longo prazo, a elevação do padrão de vida. Naquelas economias em estágio avançado de desenvolvimento, as empresas precisam continuamente inovar em produto e em processos para se manterem competitivas. A atividade de inovação exige um ambiente adequado e apoio dos setores público e privado.

Cada um desses doze pilares é avaliado mediante um amplo conjunto de variáveis. Combinando informações quantitativas das estatísticas internacionais com informações qualitativas obtidas na pesquisa de opinião realizada junto à comunidade empresarial em 133 países, o Índice de Competitividade Global fornece um retrato, mais próximo possível da realidade, do ambiente econômico dos países e de suas habilidades em alcançar e manter níveis sustentáveis de crescimento e prosperidade.

Além de capturar as perspectivas de crescimento e de produtividade no longo prazo, o ICG mostra que a competitividade é um fenômeno complexo. Elevar a competitividade exige reformas em diferentes áreas que afetem a produtividade de longo prazo das economias nacionais. As economias mais competitivas em diferentes áreas estão, em geral, em condições de reverter de forma mais rápida a fase de desaceleração do ciclo econômico e de iniciar uma forte retomada do crescimento. Embora afetem o crescimento dos países no curto prazo, os movimentos do ciclo econômico podem resultar em consequências, positivas ou negativas, para a competitividade, caso tenham efeitos de longo prazo sobre os pilares da competitividade.

Os passos do desenvolvimento

De acordo com os autores do relatório, os países percorrem o caminho do desenvolvimento econômico, avançando por estágios sucessivos. Os diferentes pilares de competitividade afetam diferentemente países que se encontram em estágios distintos de desenvolvimento.

No primeiro estágio de desenvolvimento, a economia é conduzida por fatores de produção. Nesse estágio, os países competem a partir de suas dotações de recursos naturais e de mão-de-obra não qualificada. As empresas concorrem em preço e vendem produtos básicos ou commodities. Manter a competitividade nesse estágio de desenvolvimento requer, basicamente, instituições públicas e privadas em bom funcionamento (pilar 1), infraestrutura bem desenvolvida (pilar 2), ambiente macroeconômico estável (pilar 3) e força de trabalho alfabetizada e saudável (pilar 4).

Na medida em que os países avançam no percurso do desenvolvimento, os salários sobem. Para sustentar o nível de renda mais alto é necessário elevar a produtividade do trabalho. Quando os países ingressam nesse estágio mais avançado de desenvolvimento torna-se necessário aumentar a eficiência dos processos de produção e elevar a qualidade dos produtos. Nesse estágio de economia conduzida por eficiência, os motores da competitividade são a educação superior e o treinamento da mão-de-obra (pilar 5), a eficiência do mercado de bens (pilar 6), bom funcionamento do mercado de trabalho (pilar 7), a sofisticação do mercado financeiro (pilar 8), a habilidade de extrair vantagens da tecnologia existente (pilar 9) e amplo mercado doméstico e estrangeiro (pilar 10).

Quando os países movem para o estágio de economia conduzida por inovação, a manutenção de salários e padrões de vida mais elevados depende fundamentalmente da capacidade das empresas em concorrer com novos e únicos produtos. Nesse estágio, as empresas precisam inovar (pilar 12), produzindo bens e serviços novos e diferenciados a partir de processos de produção mais sofisticados (pilar 11).

Embora todos os doze pilares sejam importantes em certa medida para todos os países, a importância relativa de cada um deles depende do estágio de desenvolvimento de cada país em particular. Para capturar essa especificidade, a incorporação do conceito de estágios de desenvolvimento no Índice de Competitividade Global (ICG) foi realizada com atribuição de maior ponderação relativa aos pilares mais relevantes para o país, considerando o seu estágio de desenvolvimento. Com esse propósito, os pilares foram organizados em três subíndices – Requerimentos Básicos, Aumentos de Eficiência, Fatores de Inovação e Sofisticação – cada qual essencial a um estágio particular de desenvolvimento. A pontuação do ICG e dos seus três subíndices está entre zero e sete.

A classificação dos países segundo o estágio de desenvolvimento se baseia em dois critérios, ambos com pesos idênticos. O primeiro é o nível do PIB per capita à taxa de câmbio de mercado, que é tomado como proxy dos salários em base comparável internacionalmente. Países com renda per capita inferior a US$ 2 mil estariam no estágio 1 de desenvolvimento, enquanto os países com renda per capita acima de US$ 3 mil e abaixo de US$ 9 mil estariam no estágio 2 e os países com renda per capita acima de US$ 17 mil estariam no estágio 3, o mais avançado. Países com níveis de renda per capita intermediário estariam em transição, seja do estágio 1 para o estágio 2, seja do estágio 2 para o estágio 3.

O segundo critério procura mensurar a importância dos recursos naturais para a economia do país, utilizando como proxy a participação das exportações de produtos minerais – incluindo todos os minerais metálicos, petróleo e derivados, gás liquefeito, carvão mineral e pedras preciosas – no total de bens e serviços exportados. Considera-se que aqueles países que exportaram, na média dos últimos cinco anos, mais de 70% de produtos minerais são, em grande medida, economias conduzidas por fatores.

De acordo com esses critérios, o Brasil foi classificado no estágio 2, ao lado da África do Sul, Argentina, China Malásia, Peru, Tailândia. Já a Índia aparece no estágio 1 enquanto a Rússia foi classificada como em transição entre os estágios 2 e 3, ao lado do Chile, México, Polônia, Turquia e Uruguai.

Fonte: IEDI

 

Por IEDI

 

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